Os ciberataques continuam a ser a principal preocupação dos gestores portugueses, refletindo a crescente exposição das empresas às ameaças digitais.
Entre os riscos mais relevantes destacam-se também a perda de dados e as dificuldades financeiras, a par do aumento das preocupações relacionadas com a inteligência artificial e a instabilidade geopolítica.
No caso da inteligência artificial, os principais receios prendem-se com a desinformação, a utilização inadequada da tecnologia e os desafios associados ao cumprimento das obrigações legais e éticas.
À medida que os riscos tecnológicos evoluem, torna-se cada vez mais importante que as empresas adotem estratégias de prevenção e proteção, reforçando a sua capacidade para responder a incidentes que possam comprometer a continuidade do negócio.