Portugal está entre os países europeus mais vulneráveis a fenómenos climáticos extremos, como incêndios, cheias, inundações, secas e ondas de calor. Apesar disso, apenas cerca de 53% das habitações têm seguro multirriscos, deixando grande parte das famílias e empresas expostas a prejuízos significativos!
Com o agravamento das alterações climáticas, estes eventos tornam-se mais frequentes e intensos, aumentando o impacto sobre pessoas, empresas e o próprio Estado. A falta de literacia de risco e a perceção errada do seguro como um custo e não como salvaguarda, continuam a ser barreiras à proteção adequada, sobretudo fora dos grandes centros urbanos.


